A Tartaruga e o Porco; O Chacal e a Hiena; A Pequena Rã e a Pequena Cobra e outros
Escalando uma alta palmeira, a Tartaruga caiu e sua carapaça se estilhaçou.
'Por favor, ajude-me a juntar minha carapaça novamente,” implorou ela aos animais que passavam, mas ninguém ajudou, exceto o Porco.
'Obrigado!” disse a Tartaruga ao Porco. “Eu prometo recompensá-lo.”
Quando o Porco veio buscar sua recompensa, a Tartaruga se escondeu, fingindo ser a pedra de moagem onde a Sra. Tartaruga estava moendo grãos.
O Porco ficou zangado e jogou a suposta pedra de moagem na floresta.
Na vez seguinte em que o Porco veio, a Tartaruga disse: “Oh, aquela pedra de moagem que você jogou na floresta é sua recompensa; vá buscá-la!”
O Porco ainda está cavando por aí, procurando por aquela pedra de moagem.
O Chacal e a Hiena
O chacal escalou uma nuvem alta no céu e comeu a nuvem; estava muito saborosa.
“Estou descendo agora!”, ele gritou para a Hiena. “Me pegue! Eu farei o mesmo por você.”
A Hiena pegou o Chacal, e então a Hiena escalou a nuvem e comeu até se saciar.
“Estou descendo agora,”, ela gritou para o Chacal. “Me pegue!”
O Chacal estendeu as patas para pegá-la, mas então pulou para o lado.
“Ai, um espinho me picou! Sinto muito! Ai! Não foi minha culpa!”
A Hiena caiu no chão e ficou gravemente ferida.
Até hoje, a Hiena manca porque foi ferida naquela queda.
O Elefante e o Rinoceronte
O Elefante e o Rinoceronte lutaram ferozmente, e o Elefante venceu. “Eu irei para longe”, disse o Rinoceronte, e foi viver em uma floresta diferente.
Mais tarde, a cria do Elefante se perdeu. Quando viu o esterco do Rinoceronte no chão, que parecia com o esterco de sua mãe, ela seguiu o rastro até a outra floresta.
Quando a Elefante finalmente encontrou sua cria, ela ficou furiosa. Mais uma vez, ela lutou contra o Rinoceronte e o derrotou.
“Escute-me, Rinoceronte!”, ela gritou. “De agora em diante, você deve espalhar seu esterco para que nunca mais engane meus filhos.”
É por isso que o Rinoceronte sempre espalha seu esterco.
O Pequeno Sapo e a Pequena Cobra
Um dia, o pequeno Sapo e a pequena Cobra brincaram juntos.
Depois, foram para casa.
“Com quem estavas a brincar?”, perguntou a mãe do Sapo.
“Com a Cobra”, respondeu ele.
“Eles são pessoas más!”, gritou a sua mãe. “Eles têm veneno.”
“Nunca mais brinques com a Cobra!”
Quando a Cobra disse à sua mãe que estava com fome, ela gritou: “A culpa é tua! Depois de brincares com o Sapo, mata-o e come-o.”
No dia seguinte, a Cobra foi brincar com o Sapo.
“Eu não posso mais brincar contigo”, disse o Sapo.
“Ah, falaste com a tua mãe”, disse a Cobra. “Eu também.”
A Cobra e o Sapo nunca mais brincaram juntos.
O Peixe e o Leopardo
O Peixe costumava viver na terra, e era amigo do Leopardo.
Então, o Peixe se apaixonou pela esposa do Leopardo.
Quando o Leopardo os pegou, ficou furioso, mas o Peixe era seu amigo, então ele não o matou; em vez disso, levou o Peixe ao Rei.
O Peixe não ofereceu defesa.
“O Peixe traiu seu amigo, o que torna seu crime ainda pior”, disse o Rei. “Eu decreto que o Peixe viverá para sempre na água.
Ele não pode viver na terra. Além disso, pessoas e animais serão livres para pegar e matar o Peixe na água. Essa é a punição do Peixe por seu mau comportamento.”