O Sapo e o Veado
“Você é rápido”, disse o Sapo, “mas eu sou mais rápido”.
O Veado riu. “Se você acha isso, vamos apostar uma corrida!”
Antes da corrida começar, o Sapo disse aos seus irmãos para se posicionarem ao longo do percurso da corrida. “Apenas saltem na frente do Veado quando ele se aproximar”, disse o Sapo a eles. “O Veado pensa que todos nós parecemos iguais; é assim que vamos enganá-lo”.
O Veado ficou surpreso que em cada curva e volta, o Sapo saltava à sua frente. “Aqui estou eu!” ele coaxava, sempre à frente, não importava o quão rápido o Veado corresse.
O Veado correu mais e mais e mais rápido, e então ele caiu morto.
Foi assim que o Sapo ganhou a corrida.
O Camaleão e o Elefante
“Você pode ser grande”, disse o Camaleão ao Elefante, “mas eu sou rápido. Vamos correr!”
Naquela noite, o Camaleão foi a todos os seus irmãos e os posicionou ao longo da pista de corrida.
No dia seguinte, a corrida começou. O Elefante avançou o mais rápido que pôde. Imagine sua surpresa ao ver o Camaleão à frente dele!
O Elefante correu mais rápido.
Então ele viu o Camaleão à frente dele novamente. “Você não está cansado?”, o Elefante ofegou.
O Camaleão riu. “De jeito nenhum!”
O Elefante correu e correu até não poder mais.
“Você venceu, Camaleão!”, ele disse. “Você realmente consegue correr mais rápido do que eu.”
O Elefante nunca percebeu que o Camaleão o enganou.
O Coelho e o Camaleão
O Coelho e o Camaleão decidiram apostar uma corrida.
Sem que o Coelho percebesse, o Camaleão agarrou-se ao rabo do Coelho.
O Coelho correu e correu. Confiante de que tinha deixado o Camaleão para trás, o Coelho parou para descansar.
Imagine a sua surpresa quando o Camaleão apareceu de repente, passando-o e correndo mais à frente na pista de corrida. “Como é que ele conseguiu acompanhar-me?”, perguntou-se o Coelho. “Como é que o Camaleão pode ser um corredor melhor do que eu?”
O Coelho pediu uma nova corrida, e o Camaleão voltou a montar no rabo do Coelho.
Quando correram uma terceira vez, o Coelho teve de admitir:
O Camaleão era o melhor corredor.
Ele nunca percebeu que o Camaleão o tinha enganado.
O Elefante e o Sapo
Elefante e Sapo estavam cortejando a mesma mulher.
“Elefante é meu cavalo”, disse Sapo a ela um dia.
Quando Elefante descobriu, ficou furioso.
“Nós vamos vê-la juntos”, disse Elefante a Sapo, “e você vai retirar suas palavras!”
Eles começaram a caminhar, mas depois de um tempo Sapo desmaiou. “Estou doente”, ele murmurou. “Sem forças para caminhar.”
“Eu vou te carregar”, disse Elefante, usando sua tromba para levantar Sapo e colocá-lo em suas costas.
Quando chegaram à casa da mulher, Sapo mordeu a orelha de Elefante, e Elefante disparou. Enquanto passavam correndo pela casa, a mulher os viu. “Elefante realmente é o cavalo de Sapo!”, ela disse, rindo.
O Povo e a Tartaruga
Um homem pegou uma tartaruga.
“Como devemos matá-la?”, perguntou ele ao povo.
“Cortem-na com machados!”, gritou o povo.
A tartaruga riu. “Machados não podem me cortar.”
“Vamos esmagá-la com pedras!”
“Pedras não podem me esmagar.”
“Então, queimem-na no fogo!”
“Fogo não pode me queimar.”
“Vamos cortá-la com facas!”
“Facas não podem me cortar.”
“Devemos jogá-la na água!”
“Oh, não!”, gritou a Tartaruga. “Por favor, não me joguem na água!”
Então, eles levaram a Tartaruga para o rio e a jogaram.
A Tartaruga mergulhou e reapareceu. 'A água é minha casa!', ela cantou.
'A água é minha casa!'